A atual pandemia é causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV- 2). A fisiopatologia desta doença ainda não está totalmente elucidada. Os pacientes podem ser portadores assintomáticos, apresentarem sintomas leves ou evoluírem para formas graves. Pacientes idosos, com doenças imunodeprimidos são mais susceptíveis às formas graves da doença.

Os sintomas iniciais são similares a uma síndrome gripal com tosse seca, odinofagia, astenia, mialgia. A anosmia tem sido encontrada com frequência sendo considerado um sintoma bastante relevante para a confirmação da doença. Nos pacientes com forma grave temos na fase inflamatória da doença um acometimento pulmonar difuso com diminuição da saturação de oxigênio. Segue-se a fase de liberação exagerada de citocinas inflamatórias, insuficiência respiratória e coagulação intravascular disseminada que evolui para os casos fatais.

Protocolos de medicamentos como Cloroquina, Azitromicina para os casos graves estão sendo analisados, porém ainda não temos uma uniformização terapêutica.

Os antivirais têm sido utilizados para casos de Covid 19, porém os protocolos de seleção dos antivirais bem como a sua efetividade estão em fase inicial de análise.

As vacinas antivirais previnem a contaminação com formas já conhecidas dos vírus. Já possuímos vacinas contra o vírus da febre amarela, sarampo, algumas formas de gripe. Os estudos para o desenvolvimento de vacina que combata o Coronavírus é o objeto de pesquisa de inúmeras instituições médicas no momento. O anseio de todos é que esse objetivo seja concretizado o mais breve possível.

É fundamental seguir as orientações que visam reduzir a transmissibilidade da doença. Neste sentido o isolamento domiciliar, a higienização das mãos com frequência, o uso de máscaras de proteção individual são medidas que devem fazer parte do nosso cotidiano atual.

Artigos Mais Recentes

  • 1

Artigos Mais Recentes

  • 1